Era para ser um Blog apenas sobre estudos, curiosidades e divulgação de eventos relacionados ao universo musical, mas virou um Blog bagunçado sobre a Escuta Singular da minha vida! :)
sexta-feira, 27 de maio de 2011
terça-feira, 3 de maio de 2011
Coleção Folha de Música Clássica
Os compositores mais famosos da história. Biografia e principais obras no link:
http://musicaclassica.folha.com.br/cds/
Superdotados na Música
*
Por Ana Maria N. Gorski Damaceno
Quem não fica admirado ao ver uma criança superdotada? Afinal, não é tão comum encontrarmos crianças com o Q. I. (quociente de inteligência igual ou maior que 140). Witty definiu os superdotados com crianças cuja atuação, num ramo potencialmente importante de atividades humanas, seja constantemente “notável”.
Conant considera como talentosos, do ponto de vista escolar, os alunos que se situam na faixa percentual correspondente aos 15 – 20 % superiores da população escolar secundaria.
A criatividade vem sendo considerada como um aspecto importante da superioridade intelectual.
Guilford define: “São superdotados os alunos cujo potencial intelectual está em nível superior, tanto no raciocínio produtivo como no critico, de modo que se possa imaginar que serão os futuros solucionadores de problemas, os inovadores e os críticos da cultura, se lhes forem proporcionadas experiências educacionais adequadas”.
Guilford e Merrifield resumiram 4 operações fundamentais no intelecto:
1- Conhecimento:“Descoberta, atenção, redescoberta ou reconhecimento de informação em várias formas, compreensão ou discernimento”.
2- Memória: “Qualquer forma de retenção de informação”.
3- Produção:“Produção Divergente (raciocínio dedutivo);Produção Convergente(raciocínio indutivo).
4- Critica ou Avaliação: os fatores dedutivos compreendem:
Fluência:o número das várias respostas produzidas.
Flexibilidade: a tendência para modificar a técnica ou estratégia.
Singularidade: a originalidade das respostas.
Elaboração: o acréscimo de detalhes para atingir um objetivo significativo
Os três fatores da produção indutiva agrupam-se em torno da capacidade de redefinição – transformação do conceito de um objeto ou idéia, de modo a usá-lo totalmente ou em parte, para satisfazer a determinadas condições.
Uma determinada porcentagem de crianças pode demonstrar desde cedo condições especiais para compreensão, execução e criação musical. Certas condições afloram em maior ou menor grau nos diversos tipos de indivíduos, por obra de um claro impulso interno e por ação de estímulos externos que atuam como desencadeantes.
O talento de uma determinada criança poderá também manifestar-se e florescer num ambiente menos apropriado e o talento do outro pode ter despertado pela influencia direta de um ambiente favorável para essa atividade.
Um bom professor e pais especialmente sensíveis às necessidades internas de seus filhos podem contribuir e favorecer naturalmente este despertar das atitudes artísticas. Mas é preciso reconhecer que tais atitudes ou dons podem surgir também como conseqüência de uma reação contra os pais e o ambiente geral.
É difícil, por outro lado, discernir em alguns casos, quando uma vocação é produto de uma verdadeira aptidão e facilidade que se possui para realizar algo, ou do esforço (força de vontade) que se põe a serviço da dita atividade. Assim observamos que um bom numero de artistas dignos e meritórios – interpretes e compositores – neste caso não demonstram possuir uma facilidade tão notável como a ostentam alguns aficionado.
Graças a inquietude do saber que impulsa certas crianças, e de seu árduo empenho até desmedido de suas atividades musicais, elas chegam ao domínio do instrumento e à compreensão musical em geral bem cedo.
A musicalidade se distingue qualitativa e quantitativamente na criança talentosa, da outra criança. Observemos que as crianças talentosas a nível de maturidade sensorial, sensitiva, intelectual, são superiores aos de sua idade. Manifestam um interesse mui notável e definido com tudo que tenha algo que ver com os sons. A criança musicalmente mais dotada de distingue por sua capacidade em manter a atenção durante períodos maiores entre os de sua idade, enquanto escuta concertos, gravações e dá detalhes do que ouviu. É capaz de recordar e entoar os temas mais destacados de ditas obras.
Se sua idade o permite, tentará descobrir aquelas melodias no piano ou no instrumento que lhe seja mais familiar e até colocará os acordes mais ou menos apropriados às mesmas.
Tem grande capacidade de improvisar, até sobre um tema recém conhecido. O ouvido muito apurado leva à preguiça de leitura musical.
É preciso dizer que no caso de verdadeiros talentos é mais freqüente a necessidade de integrar a atividade predileta dentro da totalidade cultural, artística e humana. Não é raro que os que tem talento musical também demonstrem disposições especiais para a poesia, a matemática e a ciências.
A capacidade de fazer comparações para memorização e aprender coisas mais complexas, relacionando-as com o que já sabe, é muito grande.
Também essas crianças têm desenvolvido os componentes essenciais do caráter e da personalidade: força de vontade, persistência, sensibilidade geral aguçada, intelecto, memória alem das capacidades musicais especificas como: ouvido musical, sentido rítmico, memória musical, audição interior, inteligência musical, alta criatividade, capacidade para distinguir mesclas de sons (harmonia, acordes) capacidade para discernir estruturas musicais (forma musical)etc.
Algumas dessas aptidões podem observar-se antes mesmo da criança ter recebido algum tipo de educação. Outro aspecto tem a ver com uma acentuada predileção por um instrumento musical em cuja execução manifesta uma habilidade e destreza manual excepcionais, através do mesmo logra expressar seu mundo sonoro interior, produto da própria imaginação criadora. Pode fazê-lo não só através de instrumento, mas fazê-lo também cantando, compondo e dirigindo música, o que precisa de uma grande sensibilidade e também de uma audição interior.
Convém aos pais e professores detectar desde cedo o verdadeiro talento musical para poder seguir sua evolução natural e ao mesmo tempo dar uma orientação adequada.
Entre as crianças que cantam é possível determinar vários indícios de musicalidade precoce:
Afinação
Capacidade para continuar uma melodia interrompida em qualquer tom.
Fazer transporte cantando
Facilidade para descobrir semelhanças no ritmo e na melodia de diversos temas e canções.
Poder de concentração e segurança necessária para não deixar-se influenciar por uma segunda voz que é percebida simultaneamente
Capacidade para captar certos detalhes mais ou menos sutis no caráter mudanças dinâmicas, timbrísticas dentro da música que escuta.
O que fazer com os prodígios da música?
Ao pressentir que a criança possa ser ou não superdotada é muito importante que seus responsáveis cuidem para que a mesma não fique pensando ser algo que ainda não é.
É bastante excepcional que entre 3 e 4 anos de idade, uma criança por mais dotada que seja, manifeste a necessidade de começar um estudo sistemático da música. O normal é que a criança satisfaça naturalmente suas inquietudes musicais, a expressão corporal e também mediante a atividade musical coletiva, em grupos onde de cantam canções de roda, se praticam movimentos rítmicos e se usam instrumentos de percussão.
Se começar no instrumento, que seja uma atividade ocasional, não sujeita a horários de nenhuma espécie, e se os pais tiverem condição de responder e ensinar os primeiros conhecimentos musicais – é o ideal.
Porque até os 8 anos a criança tem todo o direito de BRINCAR. Se ela quer brincar com musica, que parta dela esse interesse.
Às vezes á exploração pelos pais e pela sociedade, das crianças prodígios. Não existe talento que justifique a perda e o sacrifício da INFÂNCIA.
É mais importante que pais e professores saibam conservar e cultivar, sem falsas premissas, o rico caudal musical que essas crianças possam oportunamente trazer consigo.
O primeiro contato com a música deve ser o mais amplo e o mais vivo possível. Deve-se evitar, porém, possíveis frustrações com a pressa em começar a educação instrumental de forma individual, particular. Mais adiante a criança terá oportunidade de aprender os delicados problemas teóricos e instrumentais, dedicando-se ao mesmo com total convicção e maturidade.
*Foto de Noah Gray-Cabey, biografia em http://pt.wikipedia.org/wiki/Noah_Gray-Cabey
quarta-feira, 30 de março de 2011
Microfones: Amigos ou Inimigos? por David Fernandes
O microfone está para um sistema de sonorização assim como o ouvido está para o corpo humano. Ele é o responsável por captar a onda sonora e transformá-la em algo que os equipamentos eletrônicos (amplificadores, mesas, etc.) possam entender e usar. O microfone comporta-se exatamente como o ouvido humano, quando este capta as ondas sonoras e as transforma em sinais elétricos para que o cérebro as entenda e processe.
Composição dos microfones
Na Figura 2 você poderá identificar as partes componentes de um microfone.
O que fazer para tornar o microfone um amigo?
1º Mandamento: Não bata
2º Mandamento: Não assopre
3º Mandamento: Não grite
4º Mandamento: Não fale se movimentando
5º Mandamento: Não tenha medo
6º Mandamento: Não o engula
7º Mandamento: Não enrole
Quando seguramos o microfone na mão, temos o hábito de enrolar o cabo: pare com isso e não enrole, cante!!! Ou fale!!!
Ao enrolar o cabo do microfone, você provoca alteração em suas propriedades elétricas e, com o tempo, danifica as soldagens que o unem aos plugs. O que resulta disso são chiados e barulhos diversos.
Ao segurar um microfone, deixe o cabo completamente livre e solto.
Bom, agora que acabei de indicar a você algumas maneiras práticas de evitar problemas com os microfones e de aumentar sua vida útil, gostaria de dar algumas outras dicas. Lá vai:
- Aceite as orientações do técnico de som. Ele está ali para ajudá-lo a obter o melhor desempenho possível. Se você tiver alguma idéia, discuta-a com ele.
- Para evitar o problema de encher o microfone com saliva e minimizar o efeito “puf”, use espumas de proteção. Elas podem ser encontradas com facilidade no mercado.
- Você poderá obter sons mais graves ou mais agudos apenas afastando ou aproximando o microfone. É só lembrar do “efeito proximidade”, que pode e deve ser usado em seu favor.
- Não passe na frente das caixas acústicas com o microfone apontado para elas. Isso causará microfonia.
- Não envolva o globo do microfone (aquela parte redonda que protege a cápsula) com a mão. Isso altera o padrão de captação do microfone e pode causar microfonia.
- Visite seu dentista regularmente de seis em seis meses. Ops... acho que exagerei....
David Fernandes
Tecnólogo de Telecomunicações
Membro da Audio Engineering Society
audiocon@zipmail.com.br
Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/tecnicos/sonorizacao/microfone_amigo.htm
Figura 1 – Constituição do Ouvido Humano
Sendo assim, é apropriado que seja adotado todo o cuidado no manuseio do microfone uma vez que ele é parte sensível do sistema sonoro e, se bem empregado, pode tornar-se um aliado de quem o utiliza. De forma contrária, se o microfone é utilizado com descaso poderá tornar-se seu inimigo durante uma apresentação.
Composição dos microfones
Todo microfone, de uma forma geral, é composto por um diafragma e um elemento gerador.
O diafragma, assim como o tímpano do ouvido, é responsável por perceber o movimento das ondas sonoras. O elemento gerador, como os ossos que compõem o ouvido interno (martelo, estribo e bigorna) – que podem ser vistos na Figura 1 – é responsável por transformar a variação do diafragma em sinais elétricos proporcionais aos movimentos das ondas sonoras.
Na Figura 2 você poderá identificar as partes componentes de um microfone.
Figura 2 – Partes que compõem um microfone
Na figura anterior você pôde identificar o diafragma e os diversos componentes do elemento gerador: bobina móvel, imã permanente e saída de AF (áudio freqüência).
Uh... assustei você?! Não se preocupe, não vou incomodá-lo com conceitos de eletrônica. Não é esse o meu objetivo. Na verdade, meu propósito é fazer com que você tenha uma idéia de como os microfones são construídos e da fragilidade dos seus componentes, e que a partir daí, passe a cuidar bem deles para que se tornem seus bons amigos.
O que fazer para tornar o microfone um amigo?
Bem, depois de tanta enrolação, vamos ao que interessa: há uma série de cuidados na utilização do microfone que você pode adotar para torná-lo um amigo. Vejamos alguns desses cuidados. Vou chamá-los de “Os 7 Mandamentos do Amigo do Microfone”.
1º Mandamento: Não bata
É muito comum que você, ao segurar um microfone para utilizar, dê algumas “batidinhas” nele com o objetivo de verificar se ele está funcionando. Por favor, não faça isso. Lembra-se do diafragma e do elemento gerador? Com o tempo, de tanto apanhar, eles se danificarão podendo partir-se.
O microfone vítima dessas “batidinhas” passa, depois de certo período de surras constantes, a reagir apresentando um som “choco e rachado”. É a forma que ele encontra para se vingar dos maus tratos recebidos.
Como você consideraria alguém que, ao se aproximar de você, ao invés de cumprimentá-lo educadamente fosse logo espancando você? Amigo ou inimigo?!
2º Mandamento: Não assopre
Muitos de nós, também no desejo de verificar se o microfone está funcionando, temos o hábito de assoprar o microfone: fu... fu... som... som... Não é assim que fazemos?
Pois é, de agora em diante controle-se e não faça mais isso. Ao assoprar o microfone você despeja alguns mililitros de saliva sobre ele!!! Essa saliva vai gerar um mau cheiro no pobrezinho do microfone e ele não pode tomar banho para se limpar... isso é muito anti-higiênico!!!
Quando você quiser verificar se um microfone está funcionando, apenas fale...
3º Mandamento: Não grite
Por favor, não grite... o microfone não é surdo!!!
A finalidade de um sistema de sonorização é amplificar o som que você está produzindo. Sendo assim, não é recomendável que você atinja o microfone com volume de voz extremamente alto porque, dependendo de como foi construído (se for um capacitivo, por exemplo), o sinal será distorcido. Você terá sua voz reproduzida de forma “rachada”.
Isso sem levar em consideração o incômodo que será causado na audiência...4º Mandamento: Não fale se movimentando
Alguns de nós temos o hábito de falar/cantar movendo-nos de um lado para o outro diante do microfone, quando este está fixo. Os microfones têm uma capacidade “auditiva” limitada. Eles não são capazes de “ouvir” se você estiver falando ou cantando muito afastado dele para as laterais. Você precisa falar e/ou cantar diretamente em frente a ele. Aí ele poderá perceber toda a beleza de sua voz.
5º Mandamento: Não tenha medo
Muitas pessoas têm medo de microfones e por isso afastam-se dele demasiadamente. À medida que você se afasta do microfone, ele passa a ter dificuldades de “ouvir” você. Sua voz ficará com excesso de agudos e sem peso (graves): a conhecidíssima “voz de taquara rachada”.
Para obter um bom desempenho, aproxime-se do microfone até cerca de 5 cm. Não se preocupe, ele não morde.
6º Mandamento: Não o engula
Não vá para o evento com fome esperando engolir alguns microfones: eles dão indigestão!!!
Na ânsia de fazer uma boa apresentação, falamos tão próximo ao microfone que quase o engolimos. A essa distância tão pequena certamente lançaremos sobre o pobre coitado aqueles mililitros de saliva, lembra-se? E também não podemos nos esquecer que estes perdigotos (as famosas gotículas de saliva) normalmente carregam germes, o que piora ainda mais a situação.
Essa prática prejudica também a qualidade do som: os microfones direcionais (usados por nós em 99% das aplicações) têm uma propriedade chamada “efeito proximidade”. Esse efeito encorpa os graves à medida que o microfone é aproximado da fonte sonora. Sendo assim, você terá o som da sua voz cheio de graves e provavelmente sem clareza, para não falar do maravilhoso efeito “puf”.
É só lembrar do item anterior: a distância adequada para uma boa captação é cerca de 5 cm afastado da boca e diretamente em frente ao microfone.
7º Mandamento: Não enrole
Quando seguramos o microfone na mão, temos o hábito de enrolar o cabo: pare com isso e não enrole, cante!!! Ou fale!!!
Ao enrolar o cabo do microfone, você provoca alteração em suas propriedades elétricas e, com o tempo, danifica as soldagens que o unem aos plugs. O que resulta disso são chiados e barulhos diversos.
Ao segurar um microfone, deixe o cabo completamente livre e solto.
Bom, agora que acabei de indicar a você algumas maneiras práticas de evitar problemas com os microfones e de aumentar sua vida útil, gostaria de dar algumas outras dicas. Lá vai:
- Aceite as orientações do técnico de som. Ele está ali para ajudá-lo a obter o melhor desempenho possível. Se você tiver alguma idéia, discuta-a com ele.
- Para evitar o problema de encher o microfone com saliva e minimizar o efeito “puf”, use espumas de proteção. Elas podem ser encontradas com facilidade no mercado.
- Você poderá obter sons mais graves ou mais agudos apenas afastando ou aproximando o microfone. É só lembrar do “efeito proximidade”, que pode e deve ser usado em seu favor.
- Não passe na frente das caixas acústicas com o microfone apontado para elas. Isso causará microfonia.
- Não envolva o globo do microfone (aquela parte redonda que protege a cápsula) com a mão. Isso altera o padrão de captação do microfone e pode causar microfonia.
- Visite seu dentista regularmente de seis em seis meses. Ops... acho que exagerei....
David Fernandes
Tecnólogo de Telecomunicações
Membro da Audio Engineering Society
audiocon@zipmail.com.br
Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/tecnicos/sonorizacao/microfone_amigo.htm
terça-feira, 29 de março de 2011
Glossário de Termos Musicais - W, Y e Z
Work-song (ingl.): tipo de canto que serve para sustentar o trabalho ou torná-lo menos árduo, é, por vezes, acompanhado pela própria ferramenta de trabalho.
Yodel: modo de cantar característico dos Alpes suiços e do Tirol, sobretudo por homens.
Zarzuela: representação cénica típica de Espanha, com partes faladas e outras cantadas.
Zingaresca: peça musical ao estilo cigano.
Zortzico: dança popular basca em compasso 5/8, em ritmo vivo.
Fonte: http://www.meloteca.com/dicionario-musica.htm
Glossário de Termos Musicais - V
Valsa: dança em compasso ternário muito popular entre as danças de salão vienenses do século XIX, em grande parte pelo contributo dos compositores da família Strauss. É uma das poucas danças ocidentais que conjugaram música erudita e o gosto popular.
Variação: forma musical em que um tema é transformado através de vários recursos próprios da composição. Até se tornar uma forma complexa, partiu de um princípio muito simples e comum, o de acrescentar a uma composição novos elementos musicais e ornamentos.
Verismo: palavra que designa uma corrente literária italiana e, por extensão, diversas óperas de finais do século XIX e princípios do séc. XX. Entre os compositores de óperas veristas, com o seu realismo trágico, destacam-se Mascagni e Leoncavallo.
Versículo: parte de um cântico litúrgico entoado por um solista, a que o coro ou a assembleia responde com um "responsório" ou aclamação.
Vésperas: oração católica da Liturgia das Horas, feita ao final da tarde por padres e religiosos, sobretudo, e cantadas nas festividades mais solenes, muitas vezes com acompanhamento instrumental. A partir do século XIX, tornou-se muito raro entre os compositores eruditos a composição de música para a Liturgia das Horas, designadamente, a oração da tarde.
Vibrato: ligeira ondulação provocada num som com uma finalidade expressiva, no canto ou em instruemntos de sopro.
Villanella (ital.): canção popular popular a três e quatro vozes, com origem napolitana, popular na Itália do século XVI.
Villancico (esp.): tipo de canto religioso espanhol conhecido desde finais do séc. XVI, com raizes na música profana (danças populares), na tradição religiosa (Natal).
Vivace (ital.): palavra que sugere vivacidade andamento.
Vocaliso: execução vocal sem palavras, ou sobre uma sílaba. Exercício técnico em que um fragmento melódico é repetido em diferentes alturas para aquecimento das cordas vocais ou outros objectivos específicos.
Voz: instrumento musical privilegiado e universal, pode executar música a solo ou em grupo, com acompanhamento de um instrumento ou de uma orquestra.
Fonte: http://www.meloteca.com/dicionario-musica.htm
Glossário de Termos Musicais - U
Uníssono: posição de duas ou mais notas na mesma altura.
Ut (lat.): Nome antigo da nota Dó, manteve-se até ao séc. XVII. No séc. XI, na Itália, a partir do conhecido hino a São João Baptista: "Ut queant laxis / Resonare fibris / Mira gestuorum / Famuli tuorum / Solve polluti / Labii reatum / Sancte Iohannes" (Para que os teus servos possam exaltar a plenos pulmões as maravilhas dos teus milagres, perdoa a falta dos lábios impuros, São João!), Guido de Arezzo achou que podia ensinar os alunos a memorizar a altura dos sons, tendo assim nascido o sistema silábico.
Fonte: http://www.meloteca.com/dicionario-musica.htm
Assinar:
Postagens (Atom)















